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quinta-feira, 2 de junho de 2011

DOENÇA DE PARKINSON

Uma das vítimas ilustres do Mal de Parkinson
O mal de Parkinson, também chamada de doença de Parkinson, ou simplesmente Parkinson, é uma doença do sistema nervoso central que afeta a capacidade do cérebro de controlar nossos movimentos.
 É uma doença degenerativa, crônica e progressiva, que acomete em geral pessoas idosas. A enfermidade age nas células do cérebro que produzem a substância condutora dos estímulos nervosos, a dopamina. A falta ou diminuição desta substância afeta os movimentos dos pacientes, causando tremores, lentidão, rigidez muscular, desequilíbrio, alterações na fala e na escrita. O tremor, apesar de ser o fator que mais leva as pessoas a procurarem o médico, é o menos preocupante deles. Já a lentidão é o sintoma mais incapacitante da doença, junto com a rigidez muscular, que reduz a mobilidade. Entretanto, também podem ocorrer outros sintomas, como depressão, alterações do sono, diminuição da memória e distúrbios do sistema nervoso autônomo. .
Os sintomas da doença de Parkinson só surgem quando cerca de 80% dos neurônios encontram-se destruídos. O porque desta destruição ainda é desconhecido, o que faz com que o mal de Parkinson seja considerada uma doença idiopática, ou seja, sem causa definida. Entretanto, alguns fatores de risco já foram identificados:

- Idade: a doença de Parkinson é um enfermidade tipicamente de pessoas idosas, iniciando-se normalmente ao redor dos 60 anos de idade. É raro encontrar pacientes com mal de Parkinson antes dos 40 anos.
- História familiar: familiares de pacientes com Parkinson têm maior risco de desenvolver a doença
- Sexo Masculino: o mal de Parkinson é mais comum em homens que em mulheres
- Traumas no crânio: isolados ou repetitivos, como nos lutadores de boxe, podem lesar os neurônios dopaminérgicos.
- Contato com agrotóxicos: certas substâncias químicas podem causar lesões neurológicas que levam ao Parkinson.
O diagnóstico precoce e o tratamento correto ainda são as melhores maneiras de controlar os sintomas motores e permitir que o paciente mantenha-se ativo e preserve sua qualidade de vida.
Os sinais e sintomas do mal de Parkinson podem ser divididos em 2 categorias: motores e não-motores

1.) Sintomas motores :
- Tremores
- Bradicinesia: significa movimentos lentificados.
- Rigidez
- Instabilidade postural
Outros sintomas comuns do mal de Parkinson:
- Perda expressão facial (expressão apática)
- Redução do piscar dos olhos
- Alterações no discurso
- Aumento da salivação
- Visão borrada
- Micrografia (caligrafia altera-se e as letras tornam-se pequenas)
- Incontinência urinária

2.) Sintomas não-motores do mal de Parkinson

Além de todas as alterações motoras, os pacientes com doença de Parkinson também podem desenvolver alterações neurológicas como demência, alterações do sono, depressão, ansiedade, memória fraca, alucinações, psicose, perda do olfato, constipação intestinal, dificuldades para urinar, impotência sexual, raciocínio lentificado e apatia.

Não há cura para o mal de Parkinson, porém, os tratamentos atuais são bastante efetivos no controle dos sintomas.
Alem do tratamento medicamentoso, a prática de exercícios regulares é importante para retardar os sintomas motores da doença.
Os especialistas lembram que a doença não leva à morte, não afeta outros órgãos, não é hereditária nem contagiosa. No entanto, é crônica, progressiva, pode e deve ser tratada.

sábado, 19 de março de 2011

Idoso Acamado: prevenção de úlcera por pressão (UP)



A úlcera por pressão (UP) é o que chamamos inadequadamente de escara, e ocorre normalmente quando o paciente acamado fica na mesma posição por um tempo prolongado.

Chamada de úlcera por pressão pois aparece normalmente em proeminências ósseas que sofrem pressão pelo peso do próprio corpo por um período prolongado ocorrendo interrupção da irrigação sanguínea no local.

Os locais mais frequentes e que requerem um maior cuidado são:  região sacra, calcâneo, nádegas, trocânter, cotovelo e tornozelo.
Uma das mais importantes funções do cuidador é prevenir a úlcera por pressão, isto vai ser feito mudando o paciente de duas em duas horas de posição , colocar almofadas para elevar os calcanhares, almofadas entre as pernas para não haver atrito entre os joelhos, trocar fraldas constantemente, hidratar a pele, manter o enfermo sempre muito limpo e seco, roupas de cama limpas e bem esticadas.

A úlcera por pressão é muito dolorosa, e os primeiros sinais da sua instalação é quando a superfície da pele sob pressão aparece avermelhada e inflamada.
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