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sábado, 30 de junho de 2012

Expectativa de vida do brasileiro aumenta 25 anos desde 1960


Questões sérias a vista... é preciso atenção para essa situação

Números do Censo 2010 divulgado pelo IBGE alteram pirâmide etária, com estreitamento da base e alargamento do topo; participação de idosos saltou de 2,7% para 7,4%

Em meio século (1960-2010), a esperança de vida do brasileiro aumentou 25,4 anos, passando de 48,0 para 73,4 anos. Por outro lado, o número médio de filhos por mulher caiu de 6,3 filhos para 1,9 nesse período, valor abaixo do nível de reposição da população. Essas mudanças, divulgadas no Censo IBGE 2010, alteraram a pirâmide etária do País, com estreitamento da base e o alargamento do topo, refletindo a estrutura de população mais envelhecida, característica dos países mais desenvolvidos.

Participação de idosos na população saltou de 2,7% para 7,4%

A redução dos níveis de fecundidade acarretou a diminuição de 42,7% (1960) para 24,1% (2010) da participação da população entre 0 e 14 anos de idade no total. Além da queda da fecundidade, a diminuição da mortalidade proporcionou um aumento de 54,6% para 68,5%, nesse período, da participação da população em idade ativa (15 a 64 anos de idade). Já o aumento na participação da população de 65 anos ou mais, no período 1960/2010, saltou de 2,7% para 7,4%.

O Censo 2010 revelou, ainda, que, ao longo de cinco décadas, a razão de sexo passou de 99,8 (1960) homens para cada 100 mulheres para 96 homens. O resultado decorre da superioridade da mortalidade masculina em relação à feminina.

Editoria: Brasil - Sexta-feira, 29 de Junho de 2012 - 14h06 | Brasil

domingo, 5 de junho de 2011

DOENÇAS DA VISÃO

Exames periódicos previnem doenças que complicam a vida do idoso


Muitas vezes, notamos que as pessoas de mais idade abandonam as atividades comuns do dia-a-dia. Um número considerável delas o faz devido a uma perda gradativa da visão.
Se a baixa visão compromete a autonomia do indivíduo, ela conseqüentemente prejudica sua qualidade de vida. O idoso que enxerga mal tem dificuldades nas tarefas diárias, como cozinhar, ler, assistir televisão, ir a cinema, pegar ônibus e muitos que ainda trabalham, terão menor rendimento ou mesmo deixar de exercer suas atividades.
Também aumentam os riscos de queda, atropelamento, uso trocado de medicação ou dosagem errada, resultando em complicações importantes. Muitas vezes a baixa visão acarreta o isolamento e a depressão, afastando o indivíduo do convívio social .
Algumas doenças dos olhos são mais freqüentes em idades mais avançadas, como o glaucoma e a catarata. São doenças crônicas que podem levar à cegueira, se não forem tratadas a tempo.
CATARATA: embaçamento do cristalino, provocado pela idade, reduzindo a visão periférica, principalmente na parte da noite. Como os raios luminosos não conseguem atingir plenamente a retina onde se situam os receptores fotossensíveis, o portador de catarata tem dificuldade para enxergar com nitidez. No início da lesão, a pessoa vê como se estivesse com a lente dos óculos embaçada ou com uma névoa diante dos olhos. Com a evolução do quadro, porém, passa a enxergar apenas vultos.

GLAUCOMA:  é uma alteração em que a pressão do líquido que preenche o globo ocular está anormalmente aumentada, além do que o olho pode tolerar. Quando essa pressão, chamada tensão intra-ocular, é maior do que o normal, aumenta consideravelmente o risco de que ocasione danos aos olhos.
O glaucoma é causado pelo acúmulo do líquido, chamado humor aquoso, que circula no interior do olho. Esse acúmulo se produz ou devido ao aumento da formação do líquido ou pela obstrução do conduto pelo qual normalmente esse líquido sai do olho. Desta forma, como continua sendo produzido o líquido, a pressão intra-ocular vai aumentando progressivamente. As pessoas que têm maior risco de sofrer de glaucoma são as diabéticas e as com familiares portadores de glaucoma. Essas pessoas devem fazer exame ocular com regularidade. Embora não se possa curar, na maioria dos casos o glaucoma pode ser controlado satisfatoriamente mediante tratamento apropriado. A perseverança do tratamento é fundamental para se evitar a deterioração da visão, que fatalmente ocorrerá naqueles que não se cuidarem adequadamente.
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