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sábado, 15 de setembro de 2012

PENSANDO NO FUTURO


Uma coisa que temos que pensar é no nosso envelhecimento, pois essa é uma coisa que ninguém vai escapar ou maioria delas.
Só que não vale a pena envelhecer de qualquer maneira, chegar à velhice e depender dos filhos e/ou de outras pessoas, a nossa obrigação é envelhecer de maneira saudável e bem, pois já sabemos que há uma degeneração natural do corpo com o passar dos anos, mais podemos controlar.
Segundo a OMS envelhecer de maneira saudável seria estarmos bem fisicamente, espiritualmente, socialmente e mentalmente.
Pensar em envelhecer bem é viver com o dinheiro que ganhamos ao longo dos anos e realizar as tarefas do cotidiano com vigor e energia.
Temos que pensar em nossa vida como se fosse uma poupança, para que ao longo do tempo, possamos fazer pequenos resgates e assim aumentar a nossa longevidade com prazer e sabedoria.
Isto tudo com a criação de hábitos saudáveis!
O exercício físico é IMPORTANTÍSSIMO para conquista desse objetivo.
Nós nascemos para sermos fortes e rápidos, mais sem o exercício físico não conseguimos manter isso por toda a vida. E com a falta de exercício começa o processo de deterioração, e às vezes até precocemente!
Doenças adquiridas com o envelhecimento podem ser prevenidas através do exercício físico adequado, como por exemplo:
Osteoporose - tem se tornado uma epidemia, mas se houver uma prevenção, esse processo pode ser controlado e às vezes até revertido.
Aumento de peso - Que desencadeia milhares de doenças e pode ser controlado de acordo com o  estilo de vida.
Doenças Coronarianas - Como hipertensão, cardiopatias, etc., também relacionado ao aumento de peso
Diabetes tipo II - Que é caracterizada pelo aumento de peso.
Existe uma infinidade de doenças que podem ser prevenidas através do exercício físico.
"Se o exercício pudesse ser colocado em uma garrafa, ele seria o mais forte medicamento que o dinheiro poderia comprar" Robert Butler
Pense nisso!
Já foi época que vovó e vovô ficavam em casa com uma vida sem utilidade. E o mundo evoluiu para acompanhar essa demanda e nós evoluímos também.
Treine com quem entende e com segurança!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

16 MANEIRAS DE ENVELHECER COM BELEZA


Algumas das dicas que Dayle Haddon oferece no seu livro "Beleza sem idade":

Um guia feminino para manter a beleza e o bem-estar por toda a vida" incluem:
 1. Limpe a pele duas vezes por dia com produtos sem detergente, sabão e perfume (esses produtos irritam a pele seca), hidratando-a bem e realizando esfoliação uma ou duas vezes por semana.
2. Não demore mais que 15 minutos no chuveiro ou na banheira, utilizando água morna (a água quente retira os óleos naturais e proteínas que protegem a pele).
 3.Para hidratar o cabelo, coloque algumas gotas de óleo de oliva ou de amêndoas e deixe durante algum tempo. Para as mãos e os pés, passe um creme emoliente e denso (encontrado nas farmácias, ou use algum gel derivado do petróleo), cobrindo-os com meias grossas e luvas de algodão durante algum tempo.
 4. Evite a exposição à radiação solar, mesmo durante o inverno.
5. Beba de seis a oito copos de água por dia.
6. Pare de fazer dietas e comece a comer refeições nutritivas que oferecem benefícios a longo prazo. Dê preferência a produtos orgânicos frescos, coma regularmente, retire a gordura e escolha alimentos de todos os grupos alimentares.
7. Corte a cafeína (encontrada em bebidas, chocolates e algumas medicações para dor e sinusite) após 3 horas da tarde.
8. Pare de fumar.
9. Encontre maneiras divertidas de praticar exercícios, realizando-os três vezes por semana. Comece a caminhar com os amigos, ande de bicicleta, caiaque, ou faça qualquer coisa de que você goste e que a mantenha em movimento.
10. Durma bem, regularmente.
11. Tome um banho quente - fornecendo sangue do cérebro para a superfície da pele e relaxando os músculos. Além disso, é um momento no qual você pode organizar as suas idéias e sensações do dia.
12. Desligue a televisão e escute música.
 13. Participe de programas voluntários. Ajudar a comunidade dá uma sensação de integração e bem-estar.
14. Medite, ore ou contemple.
15. Crie um grupo de amigas que estimulem umas às outras.
16. Continue aprendendo; entre no curso com o qual você sempre sonhou, volte à escola!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

TÔ VELHA, QUE COISA BOA !



Eu nunca trocaria meus amigos surpreendentes, minha vida maravilhosa, minha amada família por menos cabelo branco ou uma barriga mais lisa.  Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais amável para mim, e menos crítico de mim mesmo.  Eu me tornei meu próprio amigo.  Eu não me censuro por comer biscoito extra, ou por não fazer a minha cama, ou pela compra de algo bobo que eu não precisava, como uma escultura de cimento, mas que parece tão “avant garde” no meu pátio.  Eu tenho direito de ser desarrumado, de ser extravagante.
Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento.
Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogando no computador até as quatro horas e dormir até meio-dia?  Eu dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos dos anos 60 &70, e se eu, ao mesmo tempo,  tiver desejo de chorar por um amor perdido ...  Eu vou.
 Vou andar na praia em um maiô excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulhar nas ondas com abandono, se eu quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros no jet set.
Eles, também, vão envelhecer.
Eu sei que sou às vezes esquecido.  Mas há mais algumas coisas na vida que devem ser esquecidas. Eu me recordo das coisas importantes.
 Claro, ao longo dos anos, meu coração foi quebrado.  Como não pode quebrar seu coração quando você perde um ente querido, ou quando uma criança sofre, ou mesmo quando algum amado animal de estimação é atropelado por um carro?  Mas corações partidos são os que nos dão força, compreensão e compaixão.  Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser imperfeito. Eu sou abençoado por ter vivido o suficiente para ter meus cabelos grisalhos, e ter os risos da juventude  gravados para sempre em sulcos profundos em meu rosto.
Muitos nunca riram, muitos morreram antes de seus cabelos virarem prata.
Conforme você envelhece, é mais fácil ser positivo.  Você se preocupa menos com o que os outros pensam.  Eu não me questiono mais.
Eu ganhei o direito de estar errado.
 Assim, para responder sua pergunta, eu gosto de ser velho. Eu gosto da pessoa que me tornei.  Eu não vou viver para sempre, mas enquanto eu ainda estou aqui, eu não vou perder tempo lamentando o que poderia ter sido, ou me preocupar com o que será.  E eu vou comer sobremesa todos os dias (se me apetecer).
 Que nossa amizade nunca termine, porque é direta do coração!

 (Manoel Alves de Castilho)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

TEMPOS MODERNOS :: MERCADO DE TRABALHO PARA A TERCEIRA IDADE



Em 2050, 30% da população brasileira terá mais de 60 anos - hoje eles somam apenas 5,8%. Diante dessa estatística, o Brasil começa a entrar no padrão europeu e americano no que diz respeito à terceira idade: oferece opções de lazer e consumo compatíveis e de alta qualidade, (re)abre portas - e cria novas possibilidades - no mercado de trabalho e acena com simpatia para as relações que se formam depois dos netos nascidos.
As empresas descobriram esse filão, um verdadeiro tesouro de mercado. Na tevê, uma propaganda de telefonia celular sinaliza os ventos de mudança. No filme, a avó conversa animada com o namorado ao telefone, sob o olhar e os comentários desaprovadores do neto adolescente, que comemora o fato de o pretendente morar em outra cidade. Quando o idoso bate à porta, em visita à amada, o menino ensaia uma cena de ciúme. Mas logo surge uma neta coquete. E o casal maduro ganha o aval do garoto instantaneamente.
O mercado de trabalho é um sinal de transformação. Com uma carência cada vez maior de profissionais especializados, como na área de engenharia, cujo boom nas universidades foi na década de 1970, os mais experientes estão valorizados e muitas vezes são chamados de volta ao mercado, em ebulição com a efervescência da construção civil nacional. Em suma, o paradigma de que quem chegou aos 40 ficou velho, definitivamente, caiu em desuso.
O programa "Globo Repórter" de 15/07/2011 tem como título: Emprego garantido: oferta aumenta para pessoas com mais de 60 anos.

Envelhecimento da população desafia o mercado

Interesse pela mão de obra de idosos cresce, mas não acompanha acelerado avanço da faixa etária

Por Chico Otávio

Procura-se profissional acima dos 60 anos... Para um mercado de trabalho que insiste em enxergar o Brasil como um país jovem, o anúncio de emprego pode sugerir um trote. Mas não é. Gente como o comerciante Antônio Fiori, a empresária Márcia Lima Gabionetta e a assistente social Renata Hauck faz parte de um pequeno, mas promissor, grupo de empregadores que resolveu trocar o vigor da juventude pela experiência e a assiduidade dos mais velhos. Para as vagas abertas em seus negócios, eles optaram pelo trabalhador idoso.

As projeções indicam que o país a ser revelado pelo Censo 2010 do IBGE terá um contingente de 14 milhões de idosos. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reforçam o fenômeno: se a população total cresce à taxa de 0,9% ao ano, o incremento de pessoas acima dos 60 anos avança quatro vezes mais (3,8% anuais). Para muitos, os números sinalizam um problema quando cruzados com as contas da Previdência ou com o sistema de saúde. Há outros, porém, que preferem entende-los como nicho de negócios:

- O retorno é garantido. Os idosos são pessoas responsáveis e centradas. Não dão trabalho, não faltam. Já os jovens têm outras ambições, como as baladas do fim de semana - afirma o comerciante paulista Antônio Fiori, dono de uma fornecedora de areia e pedras, que acaba de contratar um idoso para gerente.

Como o país está envelhecendo, o desafio civilizatório que se impõe, preveem os demógrafos, é aumentar a idade produtiva da população. Em vez de estimular a ociosidade da terceira idade ou alterar o fator previdenciário, para evitar que o equilíbrio atuarial fique insustentável, a alternativa seria dotar os idosos de capacidade física para adiar a retirada da vida produtiva.

- O Brasil não estava preparado para envelhecer. Se a perspectiva era se aposentar e viver no máximo oito anos, hoje a pessoa chega a ter mais 20, 30 anos de vida. Nenhuma sociedade pode jogar fora essa mão de obra - diz o médico Renato Veras, diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati/Uerj).

No caminho de volta ao mercado, o aposentado tem deixado a carteira de trabalho em casa. Quase metade dos trabalhadores ocupados acima dos 60 anos (44%) é autônoma, enquanto 31,4% são assalariados, 9,8%, empregados domésticos e 9,7%, empregadores.

- Há dois tipos de idosos no mercado informal: o mais escolarizado, que geralmente é um profissional liberal e se beneficia de sua experiência, e o menos escolarizado, que encontramos muito na agricultura - explica a economista Ana Amélia Camarano, coordenadora de Pesquisa em População e Cidadania do Ipea.

No ano passado, 55% da população masculina entre 60 e 69 anos ainda trabalhavam. Muitos, principalmente nas faixas de renda mais baixas, prolongaram a idade produtiva para reforçar a diminuta aposentadoria quando a família cresceu. Um deles é Horacildo de Castro, de 69 anos, que virou homemplaca pelas ruas de São Paulo.
Ex-metalúrgico da Mafersa, Horacildo passou em casa os primeiros anos da aposentadoria, na década de 90. Até que a sua mulher resolveu adotar uma recém-nascida. Desde então, o velho operário do aço trabalha com outros metais: fica nove horas por dia na rua para ganhar R$ 20 anunciando a compra de ouro, platina e brilhantes.
- Sem o biscate, não daria para criar a menina. Carrego a placa faça chuva, faça sol. Os seguranças das lojas vivem me tocando para outro lugar - diz o homem-placa, cuja filha de criação já tem 15 anos.

Mas, apesar das intempéries, Horacildo segue em frente. E é isso que encanta os empregadores que têm optado pela terceira idade. Com o idoso, não há tempo ruim. Principalmente quando o desafio profissional é conviver com pessoas da mesma idade.

A assistente social Renata Hauck ajudou a tia, médica, a procurar uma aposentada para ser funcionária do seu consultório, em Belo Horizonte:

- Jovens têm sempre problemas. O namorado ou o filho pequeno. Se faltam, não há como minha tia fazer os procedimentos do consultório. Aposentada não tem filho pequeno. Contratamos uma senhora simpática, com experiência de vida. Passa algo agradável às pacientes na sala de espera.

O aposentado representa um baixo custo. Não faz questão de carteira assinada e vê o salário como um complemento de renda. Há casos em que nem salário é necessário. Com vasta experiência acumulada, saúde e vontade de contribuir, o aposentado abraça o voluntariado.

Na prefeitura de Niterói, por exemplo, os responsáveis por licitações suam frio quando chega o aposentado Guilherme Magalhães. Ele é um dos trabalhadores idosos qualificados que fazem da experiência a senha para o reingresso na vida produtiva. Ex-gerente de Negócios do Banco do Brasil, onde trabalhou por 32 anos, Magalhães é hoje fiscal voluntário do Observatório Social da cidade, ONG de olho nas contas municipais.
- As pessoas não acreditam que você pode mudar a realidade. Além disso, precisamos nos sentir produtivos, mesmo sem remuneração - orgulha-se Magalhães.

Não são poucos os casos de aposentados que, sentindo-se produtivos, encontraram as portas do mercado fechadas ou quebraram a cara ao tentar um negócio. O paulista Luiz Pinto Cepinho, também bancário, aderiu ao plano de demissões voluntárias do BB, montou restaurante e faliu. Hoje, sobrevive como fotógrafo de festas, e luta para voltar ao BB pela via judicial.

Demissões espontâneas, aposentadoria compulsória e outros mecanismos encurtam a vida ativa de milhares de trabalhadores. Há lugares, porém, em que a experiência com os mais velhos foi tão boa que motivou a continuidade:

- Perdi um serralheiro que ainda trabalhava quando morreu aos 80. Para substituí-lo, quero outro idoso - diz a empresária Márcia Lima

sexta-feira, 10 de junho de 2011

FRATURA DO FÊMUR NA PESSOA IDOSA

  O envelhecimento representa a passagem do tempo, não a patologia, sendo um processo natural e fisiológico. No idoso, as alterações como osteoporose, acuidade visual diminuída, fraqueza muscular, diminuição de equilíbrio, doenças neurológicas, cardiovasculares e deformidades osteomioarticulares são fatores que contribuem para a alta incidência de fratura do  fêmur.
Se você é uma pessoa idosa que caiu, não está sozinho. Quedas acontecem todos os anos em cada 1 de 3 pessoas com mais de 65 anos. O risco de queda -- e seus problemas relacionados -- aumenta com a idade. Fraturas causadas por quedas em idosos podem ocasionar internação hospitalar e incapacitação.
As fraturas de fêmur acometem principalmente a população de idade mais avançada. As mulheres sofrem três vezes mais que os homens. 90% das fraturas são causadas pela queda da própria altura.
A maioria dos idosos passa a maior parte do dia dentro de casa e imagina-se, que assim, estão livres de acidentes que possam colocar em risco sua saúde. Mas a realidade não é bem essa. Acidentes domésticos são bastante comuns e representam até perigo de morte para os idosos, que têm ossos mais frágeis.
Para evitar quedas em casa, bastam algumas medidas simples. Não deixar tapetes soltos, nunca manter pisos escorregadios nem desníveis no chão, manter iluminação adequada e não deixar fios soltos em trechos de passagem são algumas dicas. Outra medida importante é ter acesso fácil ao telefone, para pedir socorro.
 O tratamento é cirúrgico na maioria dos casos, podendo variar de colocação de pinos e parafusos até substituição da articulação com colocação de próteses.
No máximo 25% dos pacientes se recuperam quase totalmente. Os outros apresentam, normalmente, dor persistente, mancar permanente, alteração do equilíbrio e dificuldade de subir escadas. 30 a 40% não poderão mais viver independentemente.  20% dos pacientes idosos morrem após um ano da lesão, por causa de agravamento de problemas preexistentes do coração, pulmão e rins.
Aproveito para pedir aos leitores, uma corrente positiva de orações para uma senhora que convivi alguns anos, D. Sara, que hoje tem 102 anos e que sofreu uma queda no último domingo e quebrou o fêmur. Uma situação difícil pela idade avançada. Ela está aguardando cirurgia, colocação de prótese, mas para tanto ela tem que primeiro melhorar de uma anemia.

(foto: http://www.centrodecirurgiadoquadril.com.br/fraturas_colo_femur.php)
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